quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Eu sem nada para fazer, fazendo bonecos
Estas são as minhas primeiras tentativas com estes materiais. Estes são mostruário. Outros só por encomenda. O meu preferido é o azul.
Ana Bela
terça-feira, 19 de novembro de 2013
A festa
Às vezes também tenho ideias. A menina fazia anos e pediram-me para enfeitar uns queques.
sugerimos que elas fossem para a cozinha e se divertissem enfeitando-os elas mesmas foi o que
fizeram e segundo contam divertiram-se imenso.
Ana Bela
domingo, 17 de novembro de 2013
Torradas sem ternura
Ter-se um amigo/a com quem partilhamos as nossas coisas boas e as nossas coisas menos boas, a quem damos abraços com os braços todos, com quem bebemos chá e comemos torradas com doce de limão, a quem escrevemos cartas, a quem mostramos poemas, por muito despoemas que sejam e de repente esse amigo não tem mais ouvidos para ti, não quer falar, prefere escutar-se a si e em silêncio, é triste. A amizade continua porque não é uma coisa que se ponha à venda, mas faltam-lhe as palavras, os gestos com que se alimentam os sentimentos. Sou tua amiga, mas falta o doce de limão nas torradas.
Ana Bela
Ana Bela
sábado, 16 de novembro de 2013
Volta o meu inimigo, o frio
E ai vêm aqueles dias que eu não gosto, aqueles frios que não se afastam de mim nem com o mais grosso cobertor. Costumava aquecer-me com uma manta feita de retalhos de saudade mas nestes últimos tempos descobri que saudades significa passados, presente significa nem ver o sol, olhar à minha volta e estar tudo escuro, só resta o futuro e esse é já muito fim. Parece-me então que tenho que aprender minimamente a viver com todos os frios em que vou tropeçando.
Ana Bela
Ana Bela
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Poesia
Mais um poema anterior ao corte penso que radical com a tal magia que vivia e dormia comigo.
Penso que não aconteceu só a mim. Mas como gostas dos meus escritos... e como foi inspirado numa grande cumplicidade...
ESPERA-ME
Espera-me amor
espera, chegarei
quando o meu desejo for só um lamento
quando o mar se deitar na areia.
Espera-me
virei beber ternura
na palma da tua mão
virei sem que me sintas,
serei nuvem
serei um gesto frágil,
uma transparência, um vento suave que sopra,
mas virei.
Espera-me
Ana Duarte/2009
Ana Bela
Penso que não aconteceu só a mim. Mas como gostas dos meus escritos... e como foi inspirado numa grande cumplicidade...
ESPERA-ME
Espera-me amor
espera, chegarei
quando o meu desejo for só um lamento
quando o mar se deitar na areia.
Espera-me
virei beber ternura
na palma da tua mão
virei sem que me sintas,
serei nuvem
serei um gesto frágil,
uma transparência, um vento suave que sopra,
mas virei.
Espera-me
Ana Duarte/2009
Ana Bela
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Depois daquela paleta de cores, de risos, brincadeiras e muitos queques, no dia a seguir surgem os comentários e coisas verdadeiramente engraçadas.
- Um dos meninos que tem a avó a trabalhar num infantário, quando ela o foi buscar à escola perguntou-lhe se conhecia um café chamado Gafanhoto que fazia queques.(tinha esquecido a palavra Grilo).
- A professora mandou na terça feira fazer um desenho que retratasse o que se tinha passado na escola.
Uma das crianças, na tentativa de dar nomes às figuras que tinha desenhado, pergunta à professora: como se chama a filha do Pedro? (eu seria a dita filha).
Ana Bela
- Um dos meninos que tem a avó a trabalhar num infantário, quando ela o foi buscar à escola perguntou-lhe se conhecia um café chamado Gafanhoto que fazia queques.(tinha esquecido a palavra Grilo).
- A professora mandou na terça feira fazer um desenho que retratasse o que se tinha passado na escola.
Uma das crianças, na tentativa de dar nomes às figuras que tinha desenhado, pergunta à professora: como se chama a filha do Pedro? (eu seria a dita filha).
Ana Bela
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