sábado, 7 de junho de 2014

Mais uma futura cliente do Grilo, acabadinha de nascer.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Há livros que despertam a minha atenção por causa do título, este foi um deles "Cruzámos os nossos olhos em alguma esquina" .
Marta Tê apaixonada pelas palavras e sua magia, incentivou as pessoas a escrever e o resultado é este livro de trinta contos. Podem crer que há nele coisas muito bem escritas que vagueiam ao sabor do título do livro.


Ana Bela

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Velha

Ontem fui ao médico por causa de um ouvido que me tem incomodado, acabei por saber que no ouvido tudo bem o que tenho é o nariz torto. Eu que sei que sou velha e não gosto, ouvi a seguinte conclusão: Se a senhora tivesse 30 anos aconselhava uma cirurgia, mas com 62 não vale a pena. Isto é ou não é chamarem-me velha? Achei piada e compreendo o ponto de vista.


Ana Bela 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

" Gosto das palavras que sabem a terra, a água, aos frutos de fogo do Verão, aos barcos no vento, gosto das palavras lisas como seixos, rugosas como o pão de centeio.
Palavras que cheiram a ferro a poeira a barro e a limão, a resina e a Sol"

Eugénio de Andrade


Ana Bela

sábado, 31 de maio de 2014

Começam a nascer

Falava eu ontem, dos muitos bebés que se passeiam no Grilo, ainda na barriguinha da mãe, pois um deles nasceu há pouco mais de 3 horas. Os meus parabéns aos papás. Obrigada pela fotografia.


Ana Bela

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Eles, os crescidos...

Há sempre uma altura em que os beijinhos e os abraços são mais raros porque as crianças crescem e deixam de ser tão espontâneas. Ir à cozinha falar à Bela já é um empurrão dos pais. Compreendo e nunca peço um abraço espero que sejam eles a ter a iniciativa.
Mas, tenho sempre muitos bebés para nascer. Nem mesmo sei como dizem que a natalidade é muito baixa em Portugal. No meu "Portugal Grilo" há sempre barrigudas a passear e eu espero para voltar ao mesmo,
beijos e abraços até eles acharem que sim.


Ana Bela

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Quando eles se vão

O Pedro, "finalmente" dizem alguns foi para casa dele. "Finalmente" não me agrada nada, sinto tanto a ausência dele, as brincadeiras e os risos, que prefiro pensar que foi de férias e um dia vai voltar. Agora eu e o pai, olhamos um para o outro e falta-nos aquilo que tivemos 39 anos.
Sei que é assim o normal, mas tão tarde, fez com que nos acomodássemos à sua presença. Não vou dizer que gosto, porque não gosto lá muito. É o normal dirão, pois é e como tal estou a tentar pensar assim.


Ana Bela