terça-feira, 15 de julho de 2014

O carrinho que avariou

O Pedro foi convidado pelos espanhóis a participar numa prova  de 24 horas em  Huelva. O carrinho, quando estava em terceiro lugar resolveu avariar o que o fez parar por algum tempo para reparação. Voltou a entra mas agora em décimo terceiro e já tarde para fazer mais que décimo lugar. Valeu a distinção do convite e o convívio. Para quem já foi terceiro no Campeonato do Mundo, deve custar um pouco.




sábado, 12 de julho de 2014

A maionese e a mãe

O tio João bateu à porta da cozinha e disse: A minha mãe dizia que a maionese tem que se bater sempre para o mesmo lado senão... (e houve aqui uma pausa para eu dizer o que acontecia) digo: deslaça? talha? corta?. Não, era outro o termo que a minha mãe dizia. Foi-se um pouco triste. Eu não consegui ajudá-lo.


Ana Bela

quinta-feira, 10 de julho de 2014

De José Luís Peixoto

Mãe, eu sei que ainda guardas mil estrelas no colo,
eu, tantas vezes, ainda acredito que mil estrelas são
todas as estrelas que existem.

Ana Bela

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Os amigos e as rosas

Quem lê este Blog sabe que as rosas amarelas são as flores que me deixam bem. Se alguém pensa que por eu não dizer que preciso delas, deixei de gostar, enganam-se. Acontece que os AMIGOS que fiz em tantos anos no Grilo, começaram a bater à porta da minha cozinha para me oferecer rosas amarelas. Aqui em casa a única pessoa sensata é o Duarte e ele achou que eu tanto falava nas rosas amarelas... Não era de todo a minha intenção, mas mesmo assim, nunca mais falei "em Público" das ditas. Engraçado é que ainda hoje na "minha cozinha" me deram rosas amarelas.


Ana Bela

sábado, 5 de julho de 2014

Poemas

Mais um daqueles títulos que me fazem comprar este livro, "Barriga de poemas" o primeiro livro de poesia de Ana Marques. Penso imediatamente que é da "barriga" que vem a vida, é ai que se escondem os mistérios, mesmo antes de nos descobrirmos.

Ana Bela

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Obrigada Rita, vou tentar sorrir mais um bocadinho.

Ana Bela

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sophia/Panteão

A mulher que amava o mar, o cheiro a tomilho e oregãos...

Mar sonoro

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim,
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho,
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.

Sophia de Mello Breyner Andresen

Ana Bela