terça-feira, 4 de agosto de 2015

O amarelo

Hoje foi um dia de cansaços. de saudades, de falta de um abraço, de alguns sorrisos também ...
Hoje. eu precisei de me socorrer das rosas amarelas, da tranquilidade que me dão, da paz, do cheiro e do sussurro delas.

sábado, 1 de agosto de 2015

Férias

Ainda é só o cheirinho. Até quinta feira, por cada hora o ponteiro vai dar duas voltas mas no fim chegarão os tão esperados dez dias aí o ponteiro só dará meia volta por cada hora e num abrir e fechar de olhos o Grilo regressa.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Abri a gaveta

A gaveta onde guardo os poemas que a Ela (gaveta) dedico. faz-me ficar triste porque já não sinto poesia dentro de mim. Tenho às vezes dúvidas do meu estado mental quando as escrevi. Eu era uma pessoa feliz que dava gargalhadas, ria por tudo e por nada e assim o poema surgia sem dificuldade, hoje não serei uma pessoa feliz.
Como fui à gaveta...

A tua mão

Aos soluços,
vou transpondo a vida.
Deste mundo só quero
o afago da tua mão
o calor do teu sorriso.

Não me dês mais nada
não fales
deixa-me só de mão dada contigo
ouvir o sussurro da seara
onde o vento, num lamento
parece que fala comigo.
  Ana Duarte 

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Raquel

Já gastámos quase todos os créditos da energia que ainda nos restava, Trabalhar sem a Raquel é complicado mas ela tem 30 dias de férias e nós 10, o que faz com que trabalhemos muitas horas seguidas. Mas, alem de ter direito ao seu descanso- merece-o sem nenhuma sombra de dúvida.
Alô pipoca. Tenho saudades das nossas brincadeiras e de ti, Beijos

terça-feira, 28 de julho de 2015

Avós


Foi dia dos avós e eu sinceramente esqueci-me. Não dos avós, mas da data. Pouco conheci os meus, mas tenho lindas recordações da minha bisavó que morreu com 100 anos. Antigamente eram os filhos que ajudavam os pais, hoje tudo saiu do seu lugar, tudo se desarrumou e baralhou. Hoje, se não fossem os avós a ajudar filhos e netos...

Que tenham tido todos um feliz dia

sábado, 25 de julho de 2015

A única coisa que tenho aprendido desde que faço parte dos sexagenários, é que nunca é tarde para arranjar novos amigos e saber conservá-los.  Talvez afinal não tenha perdido o sonho, talvez consiga sonhar mais uns anos.
Detesto a palavra sexagenário...

sexta-feira, 24 de julho de 2015