quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O jogo da vida

Somos todos peões no tabuleiro da vida. Estamos todos sujeitos a um cheque mate, é precisa coragem para continuar o jogo.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Encomendas de Natal

Já se encontram no Grilo, as folhas de encomendas. Ao longo destes anos sempre contámos com a vossa preferência  e esperamos continuar a ser merecedores da mesma. Pela minha parte farei o meu melhor. Obrigada

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A arvore

Ao fim de muitos anos a fazer árvores de Natal que fossem recicladas, originais e nunca repetidas, resolvemos que a partir de agora, um ano faz o Pedro, no ano a seguir faço eu. A nossa árvore desperta sempre uma certa curiosidade. Muito antes do dia 1, altura em que a levamos para o Grilo, já há pessoas a perguntar por ela.
Chegou o dia e a árvore.

sábado, 28 de novembro de 2015

Os amigos

Ontem aconteceu mais um dos tais imprevistos que me impedem de escrever. Há muito tempo que não tinha o prazer de juntar alguns amigos em minha casa para jantar, conversar, rir e recordar.
Não sei o que me deu, pois o cansaço é muito mas desafiada disse sim. Troquei é verdade o blog, mas garanto que foi uma noite bem passada.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A batedeira

Tento alimentar este blog todos os dias, por vezes, acontecem pequenas acidentes que me impedem de o fazer, meti a mão dentro da batedeira dos queques com ela em movimento. claro que entalei a mão. Qualquer movimento era doloroso. Mas cheguei hoje um pouco atrasada, bastante negra, mas já com mais facilidade de movimentos.

sábado, 21 de novembro de 2015

Mário Quintana

De metáforas está o dia a dia cheio, mas eu acho esta o máximo. Talvez por me ter lembrado (e não foi essa a ideia de Mário Quintana ) da delicadeza que as pessoas põem na degustação de uma manga, agredindo o seu sabor com faca e garfo, quando eu  (e possivelmente mais alguns ), gosto de comê-la às dentadas ficando toda lambuzada. O mesmo tenho feito com a minha vida, ataco-a, luto e guardo na gaveta a faca e o garfo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Verdades em poesia

Não me meto em política, não gosto de ver jogos de futebol e não leio os livros de Margarida Rebelo Pinto. A minha poesia é de amor e saudade, de mar e maresia de gaivotas e barcos que só eu vejo.
Mas... há poetas que embora partidos e vividos em outros séculos, intuíram estes tempos em que vivemos. José Régio como exemplo. Mas há mais, muitos mais.

Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir o meu Hino

e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar o meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo deste mundo!

"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude.
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".

Rui Barbosa