É bom dançar,
é bom sentir o sol
fechar os olhos
adormecer ao som de um violino.
O sonho invade-me
toma-me, possui-me
é como ao descer uma escada
alguém nos chama
metade de nós vai
metade de nós fica
e nem sei quem me chamou
e nem sei quem tocou o violino.
Ana Bela
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
O jogo da vida
Somos todos peões no tabuleiro da vida. Estamos todos sujeitos a um cheque mate, é precisa coragem para continuar o jogo.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Encomendas de Natal
Já se encontram no Grilo, as folhas de encomendas. Ao longo destes anos sempre contámos com a vossa preferência e esperamos continuar a ser merecedores da mesma. Pela minha parte farei o meu melhor. Obrigada
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
A arvore
Ao fim de muitos anos a fazer árvores de Natal que fossem recicladas, originais e nunca repetidas, resolvemos que a partir de agora, um ano faz o Pedro, no ano a seguir faço eu. A nossa árvore desperta sempre uma certa curiosidade. Muito antes do dia 1, altura em que a levamos para o Grilo, já há pessoas a perguntar por ela.
Chegou o dia e a árvore.
Chegou o dia e a árvore.
sábado, 28 de novembro de 2015
Os amigos
Ontem aconteceu mais um dos tais imprevistos que me impedem de escrever. Há muito tempo que não tinha o prazer de juntar alguns amigos em minha casa para jantar, conversar, rir e recordar.
Não sei o que me deu, pois o cansaço é muito mas desafiada disse sim. Troquei é verdade o blog, mas garanto que foi uma noite bem passada.
Não sei o que me deu, pois o cansaço é muito mas desafiada disse sim. Troquei é verdade o blog, mas garanto que foi uma noite bem passada.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
A batedeira
Tento alimentar este blog todos os dias, por vezes, acontecem pequenas acidentes que me impedem de o fazer, meti a mão dentro da batedeira dos queques com ela em movimento. claro que entalei a mão. Qualquer movimento era doloroso. Mas cheguei hoje um pouco atrasada, bastante negra, mas já com mais facilidade de movimentos.
sábado, 21 de novembro de 2015
Mário Quintana
De metáforas está o dia a dia cheio, mas eu acho esta o máximo. Talvez por me ter lembrado (e não foi essa a ideia de Mário Quintana ) da delicadeza que as pessoas põem na degustação de uma manga, agredindo o seu sabor com faca e garfo, quando eu (e possivelmente mais alguns ), gosto de comê-la às dentadas ficando toda lambuzada. O mesmo tenho feito com a minha vida, ataco-a, luto e guardo na gaveta a faca e o garfo.
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