Acho que tem muita razão João, se já me deram como ideia brilhante colocar no Grilo um dispensador de senhas para lerem o jornal, se já me vieram dizer que tenho que ter mais jornais... Digo com frequência a algumas pessoas, que nós temos uma biblioteca, podem livremente satisfazer o gosto por a leitura. Ok! vou seguir o conselho e deixar que se divirtam.
Ana Bela
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Momentos hilariantes... ou nem por isso...
Ontem alguém queria ler o jornal, acontece que outra pessoa se antecipou, a que queria mas chegou atrasada, ficou em pé junto à mesa do outro leitor que diz dar-lhe o jornal assim que terminasse. Não, a senhora não arredou pé. O que fariam no nosso caso? Pois é...
Ana Bela
Ana Bela
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Ontem chegaram-nos 37 mensagens de parabéns por os 19 anos que já levamos de Grilo, se fosse transcrever algumas delas, poderia estar a dar preferencia a umas e não a outras, assim podem lê-las no facebook do Grilo. A todos muito obrigada. Eu não estarei mais 19 anos mas o meu filho fica a fazer companhia a quantos gostam de nós.
Ana Bela
Ana Bela
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Não tenho culpa se mãos são a minha paixão. Por isso insisto e por isso me lembrei que todos os dias no Grilo, por volta das 8h e 30m, aparece o Ricardo, dois anos, que não quer ir embora antes que o Pedro lhe desenhe nos dedos indicadores um boneco que ri e outro que chora. Então o Ricardo lá vai para a escola com os dois deditos espetados, todo contente.Ana Bela
domingo, 18 de setembro de 2011
Respondo ao comentário do post de ontem.
Possivelmente as raparigas não teriam essa liberdade toda e eu tenho as minhas recordações de criança, divididas em duas partes, antes de ir para Angola e depois de vir. Antes, eu brincava na minha rua, jogava à macaca que desenhávamos no alcatrão, (não havia carros) saltava à corda na minha rua, brincava às escondidas na minha rua e porque na realidade as portas estavam abertas tinhamos muitos esconderijos. Depois de vir, olha, depois de vir, os claustros do Instituto de Odivelas e as moiras encantadas, ouviram os meus risos e sentiram as minhas correrias. Volto a dizer, "como éramos felizes!"
Ana Bela
Possivelmente as raparigas não teriam essa liberdade toda e eu tenho as minhas recordações de criança, divididas em duas partes, antes de ir para Angola e depois de vir. Antes, eu brincava na minha rua, jogava à macaca que desenhávamos no alcatrão, (não havia carros) saltava à corda na minha rua, brincava às escondidas na minha rua e porque na realidade as portas estavam abertas tinhamos muitos esconderijos. Depois de vir, olha, depois de vir, os claustros do Instituto de Odivelas e as moiras encantadas, ouviram os meus risos e sentiram as minhas correrias. Volto a dizer, "como éramos felizes!"
Ana Bela
sábado, 17 de setembro de 2011
Queria voltar a ser criança porque o meu amigo Tiago, companheiro de poemas, me mandou um mail que me fez recuar muitos anos.
"Iamos brincar na rua com uma condição, voltar para casa ao anoitecer. Não havia telemóvel...
e os nossos pais não sabiam onde estávamos!
Era incrível. A pé ou de bicicleta iamos a casa dos nossos amigos, mesmo que fosse longe, entrávamos sem bater, iamos brincar...
Para quem não viveu nos anos 60/70, sem dúvida vão dizer que era uma chatice, mas...
como eramos felizes!" citei
Ana Bela
"Iamos brincar na rua com uma condição, voltar para casa ao anoitecer. Não havia telemóvel...
e os nossos pais não sabiam onde estávamos!
Era incrível. A pé ou de bicicleta iamos a casa dos nossos amigos, mesmo que fosse longe, entrávamos sem bater, iamos brincar...
Para quem não viveu nos anos 60/70, sem dúvida vão dizer que era uma chatice, mas...
como eramos felizes!" citei
Ana Bela
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
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