Ontem, dia dos namorados, o Pedro, resolveu dar-me rosas amarelas. Se algo me dão e eu gosto; rosas amarelas eu amo.
Nunca me tinham dado assim flores ou não tivesse eu um filho muito especial. Desmanchou o ramo e foi colocando uma rosa nos sítios que ele sabe eu vou. A primeira na casa de banho onde vou em primeiro lugar tomar um banho, outra em cima do sofá onde me sento um pouco a descansar, de seguida vou escrever o Blog e lá estava a rosa amarela em cima do teclado aqui, parei e pensei, não, tem que haver outra em cima da minha almofada e lá estava ela sorrindo para mim. Eu adoro este filho.
Ana Bela
sábado, 15 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
O dia dos namorados na escrita das crianças
Devíamos namorar todos os dias, não é nada difícil, é só ser sempre e em qualquer idade, o que éramos quando escolhemos a tal pessoa especial. Acredito que é o casal que mutuamente se ajuda a ser especial, que não desiste das flores, dos abraços e de surpreender.
Bem. O Pedro andou a pedir aos meninos da primária, que escrevessem uma frase sobre o dia dos namorados. Eles escreveram e essas frases enfeitaram hoje as mesas do Café Grilo. Os nossos amigos mais pequeninos saíram-se muito bem.
Ana Bela
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Chá da meia noite
Ontem dizia que a minha amiga está doente, ontem também dizia que não havia poesia, ontem mais uma vez tentei apelar à minha veia poética e nada sobrou dela, mas há poetas e há poemas e este que transcrevo, para mim é muito bonito, espero que para a minha amiga também seja.
Com as mãos
Com as mãos
construo
a saudade do teu corpo
onde havia
uma porta,
um jardim suspenso,
um rio,
um cavalo espantado à desfilada.
Com as mãos
descrevo o limiar,
os aromas subtis,
os largos estuários,
as crinas ardentes
fustigando-me o rosto,
a vertigem do apelo noturno,
o susto.
Com as mãos procuro
(ainda) colher o tempo
de cada movimento do teu corpo em seu voo.
E por fim destruo
todos os vestígios (com as mãos):
Brusca-
mente.
Eduino de Jesus
Ana Bela
Com as mãos
Com as mãos
construo
a saudade do teu corpo
onde havia
uma porta,
um jardim suspenso,
um rio,
um cavalo espantado à desfilada.
Com as mãos
descrevo o limiar,
os aromas subtis,
os largos estuários,
as crinas ardentes
fustigando-me o rosto,
a vertigem do apelo noturno,
o susto.
Com as mãos procuro
(ainda) colher o tempo
de cada movimento do teu corpo em seu voo.
E por fim destruo
todos os vestígios (com as mãos):
Brusca-
mente.
Eduino de Jesus
Ana Bela
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Fiz muitos amigos nas nossas sessões de poesia, hoje, infelizmente o nosso anfitrião, passa por momentos de angustia com a grave doença da esposa. Lembro com muita intensidade o chá que ela nos servia por volta da meia noite, jamais algum chá me irá saber como aqueles. Traziam poesia, magia e sensibilidade.
Como a vida é surpreendente... hoje estamos bem, amanhã uma dor forte e o médico dá-nos a maior bofetada, tão grande, que as nossas vidas fazem uma volta de 360 graus. De todo o meu coração, que se consiga ultrapassar a dor de ver a vida perder a poesia.
Ana Bela
Como a vida é surpreendente... hoje estamos bem, amanhã uma dor forte e o médico dá-nos a maior bofetada, tão grande, que as nossas vidas fazem uma volta de 360 graus. De todo o meu coração, que se consiga ultrapassar a dor de ver a vida perder a poesia.
Ana Bela
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Leitura e companhia
Sei que estou atrasada, por norma, escrevo este post logo no início de cada mês.
Este foi um dos livros que recebi no Natal e embora tenha sido uma leitura que fazíamos na escola, nunca é de mais relembrar. Não sei se aconteceu a todos, mas era um dos livros que estava no programa de Português.
Esta edição é a 23ª sendo a primeira vez que é publicada pela Assírio & Alvim (Novembro de 2013). Vamos pois ler ou reler um livro de prosa apuradíssima.
Ana Bela
Este foi um dos livros que recebi no Natal e embora tenha sido uma leitura que fazíamos na escola, nunca é de mais relembrar. Não sei se aconteceu a todos, mas era um dos livros que estava no programa de Português.
Esta edição é a 23ª sendo a primeira vez que é publicada pela Assírio & Alvim (Novembro de 2013). Vamos pois ler ou reler um livro de prosa apuradíssima.
Ana Bela
sábado, 8 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Poesia Incompleta
Para quem desconhece, existe uma livraria só de Poesia, chamada Poesia Incompleta, na rua Cecilio de Sousa nº 11 (Príncipe Real). Em breve este espaço terá que fechar as portas, mesmo tendo um livreiro fora de série, conhecedor profundo do que está a fazer, que se não tiver o que pretende, logo logo ele arranja.
Diga aos seus amigos e visitem este espaço agradável. Vamos evitar que desapareça.
Poesia é magia em palavras, sem um pouco de magia, a vida é tão mais cinzenta...
Ana Bela
Diga aos seus amigos e visitem este espaço agradável. Vamos evitar que desapareça.
Poesia é magia em palavras, sem um pouco de magia, a vida é tão mais cinzenta...
Ana Bela
Subscrever:
Mensagens (Atom)


